A casa caiu para um ex-estagiário do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) e dois policiais civis nesta terça-feira (09). Eles foram alvos da Operação Infiltrados e acabaram presos por trabalharem junto com o Primeiro Comando da Capital (PCC).
Se você está na correria e não quer ler textão, o MCZ1 resume o esquema em poucos segundos:
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🛑 O que rolou? O grupo usava o acesso a sistemas internos restritos da Justiça e da polícia para vazar informações sigilosas e extorquir grandes traficantes da facção. A “taxa” para travar investigações e garantir proteção aos criminosos chegava a absurdos R$ 500 mil.
🕵️♂️ Como cada um atuava?
- O ex-estagiário (Gabriel Lira): Vasculhava os bancos de dados do MP para mapear os membros do PCC com maior poder financeiro e cobrar a propina.
- O policial aposentado: Fazia o “meio de campo”, levantando os contatos e abordando os criminosos que seriam extorquidos.
☠️ Plano de Assassinato: O buraco era ainda mais embaixo. A operação também descobriu que o investigador da Polícia Civil Maurício Aparecido de Oliveira — que ironicamente ocupava um cargo de chefia na Delegacia de Entorpecentes (Dise) de Campinas — vazava informações estratégicas sobre um plano da facção para assassinar um promotor de Justiça (Amauri Silveira Filho, do Gaeco).
🚓 Desfecho: Além de mandar o trio direto para trás das grades, a polícia cumpriu 10 mandados de busca e apreensão para aprofundar as investigações.


