A efervescente cena do funk brasileiro ganha um novo e importante capítulo com a iniciativa de artistas como Lia Clark, Traemme e Zumbicore. Nomes em ascensão, eles se uniram para desafiar e expor as barreiras enfrentadas pela comunidade LGBTQIAPN+ dentro do gênero que hoje domina as paradas musicais. A ação é vista como um passo ousado em direção a um cenário mais inclusivo.
A conversa, batizada de “Hackear […]”, gerou um burburinho significativo, ganhando destaque em portais especializados como o POPline. Ao expor abertamente os desafios e preconceitos, o trio não apenas dá voz a uma parcela crucial da comunidade LGBTQIAPN+ no funk, mas também impulsiona uma discussão necessária sobre representatividade e respeito dentro da indústria musical.
O movimento de Lia Clark, Traemme e Zumbicore transcende as batidas e ritmos contagiantes, posicionando-se como um marco na evolução do funk brasileiro. Ao quebrar o silêncio e confrontar estruturas, esses artistas pavimentam o caminho para um cenário musical mais diverso, inclusivo e acolhedor para todos que desejam expressar sua arte e identidade.