O mundo da moda está em ebulição com um alerta de peso. A estética de magreza extrema, conhecida como “heroin chic”, que marcou os anos 90, parece estar ressurgindo, e isso acende um sinal vermelho para os profissionais do setor. Aquilo que parecia ter ficado no passado, com suas implicações negativas para a saúde e a imagem corporal, está batendo à porta novamente, gerando uma preocupação generalizada na indústria.
Profissionais e estilistas renomados estão expressando uma preocupação gigantesca não apenas com a volta desse padrão estético, mas também com a influência da “onda de Ozempic”. A droga, originalmente para diabetes, tem sido associada à perda de peso rápida, contribuindo para a pressão por corpos cada vez mais magros nas passarelas e campanhas, intensificando o debate sobre os limites éticos da busca pela magreza.
Para os especialistas, esse movimento representa um retrocesso perigoso na luta por diversidade corporal e saúde mental. O sinal de alerta está aceso na indústria, que busca evitar a glorificação de ideais de beleza inatingíveis e potencialmente prejudiciais, defendendo uma abordagem mais consciente e inclusiva para o futuro da moda.