O advogado de Monique Medeiros, ré no caso da morte do menino Henry Borel, admitiu um “medo inerente” de que o perdão judicial concedido à sua cliente possa ser anulado após o julgamento final. A declaração da defesa surge em meio à crescente expectativa pela conclusão do processo.
A possível anulação do perdão judicial representaria uma significativa reviravolta no caso, podendo impactar drasticamente a situação jurídica de Monique Medeiros. O benefício havia sido concedido previamente, mas sua validade definitiva estaria condicionada ao desfecho do processo.
Com a sentença aguardada, a incerteza paira sobre o futuro de Medeiros. A Justiça ainda não se pronunciou sobre a data da decisão final, mantendo em aberto a possibilidade de uma mudança crucial no desfecho deste caso de grande repercussão nacional.