Política

Aprovação do Governo Lula cresce e chega a 46%, aponta nova pesquisa Quaest

Por Junior Calheiros
Publicado em 20/08/2025 às 09:48
Aprovação do Governo Lula cresce e chega a 46%, aponta nova pesquisa Quaest

A mais recente pesquisa do instituto Quaest, divulgada nesta quarta-feira (20), traz sinais de recuperação para a popularidade do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O levantamento aponta que a aprovação da gestão federal cresceu, alcançando 46% dos entrevistados. O movimento acontece em um cenário de melhora na percepção da economia por parte da população.

A pesquisa mostra uma oscilação positiva para o governo quando comparada à rodada anterior. Enquanto a aprovação subiu, a desaprovação registrou queda, passando para 51%. Os que não souberam ou não responderam somam 3%. Os números indicam uma reversão na tendência de queda que vinha sendo observada em levantamentos passados, sinalizando um novo momento para a gestão.

Nordeste: a base consolidada do governo

Um dos principais destaques da pesquisa, e que tem impacto direto em Alagoas, é a força do governo na região Nordeste. Na contramão do cenário mais dividido no restante do país, a aprovação de Lula na região é majoritária e consolidada, marcando expressivos 62%. A desaprovação no Nordeste é de apenas 35%, o que demonstra que o apoio da população local continua sendo um dos principais pilares de sustentação do governo.

Economia impulsiona a melhora

A recuperação na popularidade do presidente está diretamente ligada à percepção econômica. Segundo a Quaest, houve um aumento no otimismo dos brasileiros: o percentual dos que acreditam que a economia melhorou no último ano cresceu, assim como a expectativa de melhora para os próximos meses.

Essa percepção mais positiva sobre o bolso e a situação econômica do país é vista por analistas como um fator crucial para o crescimento da aprovação do governo, indicando que as ações da equipe econômica podem estar começando a surtir um efeito positivo na avaliação popular.

A pesquisa Quaest entrevistou 2.000 pessoas presencialmente entre os dias 15 e 18 de agosto, e a margem de erro é de 2,2 pontos percentuais.